segunda-feira, 27 de novembro de 2017

RECICLAGEM SIMBOLOS E SIGLAS

Simbolos De Reciclagem
O símbolo internacional da reciclagem tem formato triangular e é composto por três setas dispostas em sentido horário. O seu significado é o processo de reciclagem.
Cada seta representa uma fase desse processo: a fabricação do produto, a utilização desse mesmo produto e, finalmente, a sua reutilização.

Papel

Azul é a cor utilizada no símbolo da reciclagem do papel.
Simbolos De Reciclagem

Vidro

Verde é a cor utilizada quando o tipo de material reciclado é feito de vidro.
Simbolos De Reciclagem

Metal

O amarelo, por sua vez, é a cor utilizada no símbolo da reciclagem do metal.
Simbolos De Reciclagem

Plástico

Simbolos De Reciclagem
Pelo fato de existirem vários tipos de plástico, há outros símbolos do plástico que contêm um número no seu interior, de acordo com a sua tipologia.
O número 1, por exemplo, corresponde ao tipo PET (o plástico usado na fabricação das garrafas de refrigerante).
Simbolos De Reciclagem
Na sequência, há os seguintes tipos de plástico:
  • PEAD (frascos de produtos de limpeza, por exemplo) é indicado pelo número 2.
  • PVC (brinquedos, por exemplo) é indicado pelo número 3.
  • PEBD (embalagens de leite, por exemplo) é indicado pelo número 4.
  • PP (copos plásticos, por exemplo) é indicado pelo número 5.
  • PS (bandejas, por exemplo) é indicado pelo número 6.
Existe, ainda, um com o número 7. Esse indica "outros" e nele são considerados os resíduos fabricados por vários tipos de plástico ou acrílico.

Alumínio

No símbolo de reciclagem do alumínio são utilizadas apenas duas setas em formato circular. Dentro dele constam as iniciais do alumínio.
Essa diferença acontece em virtude de o processo de reciclagem dos resíduos desse elemento ser diferente dos demais.
Simbolos De Reciclagem

Aço

O símbolo de reciclagem do aço, por sua vez, também é diferente. Neste, as setas não são utilizadas.
Simbolos De Reciclagem

efeito climáticos afetam ursos polares

Turistas avistaram grupo de cerca de 200 animais na ilha russa de Wrangel. Cientistas dizem que, com menos presas, ursos estão passando mais tempo em terra firme e se aproximando perigosamente de zonas habitadas por humanos.

Foto de 19 de setembro mostra grupo de ursos polares se alimentando

 de uma baleia na costa da ilha russa de Wrangel

 (Foto: Max Stephenson/Family Handout/AFP)

Os turistas que admiravam de um barco de passageiros as paisagens geladas do Ártico russo acreditaram ter visto, em um primeiro momento, vários pequenos blocos de gelo nas margens. Mas na verdade se tratava de cerca de 200 ursos polares em pleno banquete, devorando uma baleia.
"Todos ficamos atônitos", conta Alexandre Gruzdev, diretor da reserva natural da ilha de Wrangel, no extremo oriente russo, onde aconteceu este encontro "único", segundo ele, neste outono.
Os ursos polares estavam reunidos na beira da água para desmembrar o esqueleto de uma baleia arrastada pelas ondas. O grupo estava formado por várias famílias, incluindo duas mães seguidas cada uma por quatro filhotes, algo que raramente pode ser visto, diz Gruzdev à AFP.
Embora um espetáculo como este possa fascinar os turistas, para os cientistas ilustra as consequências do aquecimento global, que transforma o habitat natural dos animais, aumenta a concorrência pelos alimentos e os aproxima de zonas habitadas.
As mudanças climáticas provocam um degelo prematuro e levam as populações de ursos polares a passarem mais tempo em terra firme e a se aproximarem cada vez mais dos povoados, o que é perigoso.
Após o degelo, os ursos polares costumam descansar, entre agosto e novembro, na ilha de Wrangel, no mar de Chukchi (nordeste da Sibéria), antes de retomar a caça de focas. Além disso, a ilha é considerada a principal zona do Ártico em que as fêmeas dão à luz.
Menos presas
"Uma baleia representa um verdadeiro presente para eles: dezenas de toneladas" de alimento, o suficiente para vários meses, indica Gruzdev.
Cada vez mais ursos vão à ilha de Wrangel, onde passam em média um mês a mais do que faziam há 20 anos, por culpa do degelo, segundo Eric Regehr, especialista da Universidade de Washington.
Este outono, os observadores registraram 589 ursos, um número "anormalmente alto" e mais que o dobro das estimações anteriores, alertou Regehr.
Segundo ele, a população de ursos polares do mar de Chukchi, compartilhado pela Rússia e pelos Estados Unidos, continua "em bom estado de saúde".
Mas isso poderia mudar se o tempo que passam em terra firme continuar aumentando, porque, embora existam algumas fontes de alimentação - como bois-almiscarados, roedores e ervas - nada pode substituir o aporte energético das focas, essencial para a sobrevivência dos ursos polares.
"A questão é saber a partir de quando a população começará a sentir os efeitos negativos" do tempo cada vez mais longo em terra firme, adverte o cientista. "Não temos a resposta, mas esse limite será alcançado" em algum momento, afirma.
Foto de 19 de setembro mostra grupo de ursos polares se alimentando de uma baleia na costa da ilha russa de Wrangel (Foto: Max Stephenson/Family Handout/AFP)
Foto de 19 de setembro mostra grupo de ursos polares se alimentando de uma baleia na costa da ilha russa de Wrangel (Foto: Max Stephenson/Family Handout/AFP)
Um urso na janela
"São animais engenhosos e capazes de se adaptar, mas o número de ursos polares que temos atualmente no Ártico não pode se manter 100% em terra", avisa Regehr.
Segundo o cientista, a visão de 200 ursos polares reunidos é um sinal do que nos espera no futuro: mais ursos passando menos tempo no mar e com menos presas marinhas ao seu alcance.
Uma situação que origina um conflito inevitável entre os ursos e os humanos.
Desde meados de outubro, os ursos polares se aproximam perigosamente ao povoado de Ryrkaipi, em terra firme e a 200 km da ilha de Wrangel, perto de um local muito frequentado pelas morsas.
Este ano, alguns esqueletos de morsa chegaram flutuando até o povoado e atraíram os ursos. Um deles "quebrou a janela de uma casa", indica Viktor Nikiforov, especialista e coordenador do centro russo de mamíferos marinhos.
A localidade, de cerca de 600 habitantes, entrou em alerta, proibiu as crianças de irem à pé à escola e cancelou alguns atos públicos, antes de afastar os esqueletos do povoado com guindastes.
"A concentração de humanos e animais na mesma zona aumenta e há conflitos", aponta Nikiforov. "Com as transformações que ocorrem na natureza, devemos nos preocupar".

fonte folha do meio ambiente


dia do tecnico de segurança do trabalho 27 nov

 A todos os TST deste país , que tenha muita prosperidade nos seus objetivos, e que DEUS continue nos iluminando, sempre renovando a nossas forças e acrescentando em nós inteligência, entendimento e sabedoria para que possamos continuar sendo ótimos Profissionais Prevencionistas.

CONSEMMA LONDRINA


O CONSEMMA e constituito  corpo de conselheiros é formado por 30 membros (titulares e suplentes), representantes do poder público dos entes federal, estadual e municipal, e da sociedade civil organizada, contendo representantes das entidades de Ensino e Pesquisa; dos Conselhos de Classe e Associações; do Setor Produtivo; das ONG's Ambientalistas; e  dos Movimentos Sociais.
O CONSEMMA é constituído pelas seguintes câmaras técnicas temáticas: Agenda 21, Biodiversidade, Câmara Jurídica, Educação Ambiental, Fundo Municipal do Meio Ambiente e Recursos Hídricos.
Qualquer cidadão pode participar do Conselho e suas Câmaras Técnicas. Sintam-se convidados/as e encorajados/as a atuarem em prol da conservação e da preservação do meio ambiente!
As reuniões do CONSEMMA são realizadas na última segunda-feira de cada mês, às 17 horas, no Centro de Educação Ambiental do Parque Arthur Thomas, na Rua da Natureza, 155, Jardim Pizza - Londrina/PR ou no auditorio da pml 2 andar ( centro civico).
Todo cidadão tem direito a voz em qualquer reunião do consemma e também pode participar de  camara tecnicas se desejar como membro, a coordenação das camara técnicas somente conselheiro titular.
Na falta de um titular de um segmento o suplente que estiver no dia da reunião será o titular daquele segmento..
DICA quem quizer ser conselheiro do segmento ve o segmento que ele deseja participar para proxima gfestão e sugiro participar das reuniões ou de camaras tecnicas como cidadão , ai saberá do funcionamento e do processo das reuniões, visitas , multas a ser julgadas, mas sempre lembrando durante este periodo so tera direito a voz não a voz e voto.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

IX CONFERÊNCIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE LONDRINA - PROGRAMAÇAO

IX Conferência Municipal do Meio Ambiente ODS/Londrina A Caminho da Sustentabilidade PROGRAMAÇÃO  25/11/2017
08h-08h30min Recepção, inscrição e credenciamento dos delegados com entrega de crachá 
08h30min-09h Composição da Mesa e abertura da Conferência pelo Prefeito do Município de Londrina ou pelo representante oficialmente designado, pela Secretária Municipal do Ambiente e pela Presidente do CONSEMMA 
09h-10h Palestra de abertura: Rosane Fontoura, Coordenadora Executiva do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial – CPCE da Federação das Indústrias do Estado do Paraná - FIEP, com o tema ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
10h-10h30min Leitura e aprovação do Regimento da Conferência previamente disponibilizado na página do CONSEMMA, no site oficial www.londrina.pr.gov.br. Apenas serão lidos os artigos que tiverem “destaques”
10h30min-10h45min Coffee-break 
10h45min -12h Análise e deliberação das propostas encaminhadas pelas Pré-Conferências
12h-13h30min Intervalo para almoço
13h30min – 14h45min Análise e deliberação das propostas encaminhadas pelas Pré-Conferências 14h45min-15h Apresentação dos delegados, através de chamada nominal 
15h-15h15min Coffee-break
15h15min-16h Eleição dos Conselheiros por segmento
16h-16h30min Leitura e votação das moções 
16h30min-16h45min Apresentação do Conselheiros eleitos para o Biênio 2018/2019 
17h Encerramento


LOCAL DE REALIZAÇÃO DA IX CONFERENCIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE

AV GOVERNADOR PARIGOT DE SOUZA  135  CAMARA MUNICIPAL DE LONDRINA.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

materia de fabio silveira usina de compostagem 21 anos parada

nte e um anos e seis prefeitos após a compra de uma usina de compostagem e reciclagem pela Prefeitura de Londrina, no 
norte do Paraná, a estrutura nunca foi instalada e continua guardada no depósito da fabricante, em Cornélio Procópio, na 
mesma região do estado. Veja no fim da reportagem uma linha do tempo sobre a ação de cada gestão em relação
à usina.
O investimento foi feito em 1996, no último semestre da gestão do então prefeito Luiz Eduardo Cheida, e custou R$ 1,2 
milhão, o equivalente a R$ 5,8 milhões em valores atualizados.
Com o dinheiro do investimento, seria possível construir, atualmente, quatro postos de saúde, ou três escolas com 
capacidade para atender 150 alunos cada, ou 66 casas do projeto federal “Minha Casa, Minha Vida”.
Na época da compra, Londrina tinha pouco mais de 400 mil habitantes e produzia 250 toneladas de lixo por dia. A usina 
tinha capacidade para atender toda essa demanda.
Com a estrutura, os resíduos seriam separados em esteiras e, com a compostagem, o objetivo final era reduzir o lixo 
enterrado na cidade.
Cheida afirmou que nos três primeiros anos do seu governo criou a Secretaria de Meio Ambiente, resolveu o problema do
 lixão a céu aberto e iniciou a coleta seletiva de lixo.
“Em tudo isso gastou-se cerca de três anos, os três primeiros anos de mandato. Então é por isso que só no último ano de 
governo é que nós tivemos a oportunidade de adquirir uma usina de compostagem”, declarou.
A gestão dele pagou duas das três parcelas do equipamento, ambas na mesma data, em 30 de novembro de 1996,
 quando faltavam 30 dias para o fim do mandato. Mas a usina não foi instalada.
“Nós tivemos dificuldade de caixa. A usina foi licitada e paga, praticamente toda ela, mas não instalada. E eu anunciei para
 a cidade, inclusive: ‘olha, o próximo prefeito terá apenas que trazê-la e instalar a usina’, o que infelizmente não foi feito”,
 explicou.
Na sede da empresa que vendeu a usina para a prefeitura o histórico do negócio está guardado em uma pasta. Nela 
estão documentadas duas décadas de tentativas de entregar o produto, começando pelo edital de licitação, em junho 
de 1996, e a primeira tentativa de entrega, em novembro, quando a prefeitura foi informada de que o equipamento 
estava pronto, esperando para ser instalado em Londrina.
Segundo Elcio Faria Pimenta, diretor da Iguaçumec, empresa fabricante da usina, a prefeitura não executou as obras 
necessárias para a instalação da estrutura.
“Os equipamentos ficaram armazenados e, com o passar do tempo, não foram feitas novamente as obras civis, e 
a Iguaçumec está armazenado desde aquela época”, disse.
A terceira parcela foi paga com mais de um ano e meio de atraso, em julho de 1998, na gestão do ex-prefeito Antonio
 Belinati. Mesmo assim, a usina quitada permaneceu em Cornélio Procópio.
Durante a gestão Belinati, um ano antes da quitação do equipamento, era comum o trabalho de garimpeiros no aterro 
sanitário do limoeiro.
A fabricante tentou entregar o equipamento novamente, sem sucesso, em julho de 1999. Nesse mesmo ano, os
 garimpeiros do lixo continuavam buscando materiais recicláveis no meio do lixo doméstico. As condições eram 
sub-humanas, mas muita gente tirava o seu sustento dali.
Em junho de 2001, a empresa informou para a nova gestão, agora do prefeito Nedson Micheleti, que a usina estava 
quitada. E pediu que ela fosse trazida para Londrina.
Um mês depois desse comunicado, uma série de reportagens da RPC Londrina mostrou que o garimpo do lixo tinha
 acabado.
Os antigos garimpeiros saíram do aterro e passaram a receber o material da coleta seletiva. Mas a presença da usina
 ainda era cobrada, como uma forma de reduzir a quantidade de lixo enterrada.
Em 2010, já na gestão de Barbosa Neto, uma pequena parte da usina foi trazida para Londrina. Ela foi instalada na
 Central de Tratamento de Resíduos (CTR), que substituiu o antigo aterro. Essa parte funciona até hoje fazendo a compostagem de parte do lixo doméstico coletado na cidade.
Na gestão de Alexandre Kireeff, em 2014, a administração municipal consultou a fabricante sobre os custos para instalar
 três linhas em lugares diferentes. A Iguaçumec respondeu que essas adaptações custariam R$ 417 mil. No entanto, 
as alterações propostas não saíram do papel.
Em março de 2017, a empresa voltou a afirmar o seu interesse em entregar o equipamento, dessa vez, para o atual
 prefeito Marcelo Belinati.
Para a fabricante, mesmo com a usina vendida e paga ela teria mais valor em uso do que no barracão.
“Cada unidade que a gente implanta e está em operação a contento, é um cartão de visitas para a nossa empresa.
 E também é um benefício para o meio ambiente”, declarou o diretor da empresa, Elcio Faria Pimenta.
Durante a produção desta reportagem pela RPC Londrina e pelo G1, a gestão do prefeito Marcelo Belinati informou 
que vai trazer o equipamento para a cidade. O secretário de governo Marcelo Canhada estabeleceu o fim de 2017 como como prazo.
Inicialmente, o equipamento será levado para o depósito da prefeitura e, depois, será fatiado e terá destinações diferentes do projeto original.
Em 1996, ano em que a usina de compostagem foi comprada, Sandra Barroso da Silva, que atualmente é presidente
 da Central de Cooperativas de Reciclagem de Londrina, era uma das pessoas que garimpavam o lixo no aterro sanitário, em busca de materiais recicláveis.
Ela acredita que se os equipamentos parados já estivessem em funcionando à época, muita coisa seria diferente.
“No momento que a gente precisou sair lá do lixão, se a gente saísse com os equipamentos [da usina de compostagem 
e reciclagem], a gente começava verdadeiramente a história de uma mudança de vida”, pontuou.

O que dizem os citados

Antonio Belinati afirmou que a opinião geral na sua gestão, de 1997 a 2000, era de que a tecnologia da usina era 
superada e de que a sua instalação provocaria um prejuízo para o município.
Nedson Micheleti, prefeito de 2001 a 2008, não foi localizado pela RPC Londrina pelo G1.
Barbosa Neto, que foi prefeito de 2009 a 2012, disse que quebrou o monopólio da operação do aterro por uma
 empresa privada, ao instalar a Central de Tratamento de Resíduos (CTR) e que conseguiu colocar em funcionamento uma parte da usina, que foi uma ação concreta e um pontapé inicial para acabar com um problema que é uma vergonha para 
o município.
Alexandre Kireef, prefeito de 2013 a 2016, disse que na gestão dele foi feito um apontamento da Procuradoria-Gera
l do município de que, para receber o equipamento, deveria haver uma reparação econômica por parte da empresa,
 pois a usina teria sido paga e não foi entregue.
O empresário Élcio Faria Pimenta, diretor da Iguaçumec, disse que nunca foi notificado pela Procuradoria-Geral do
 município e reiteira que foi várias vezes a Londrina para tentar entregar o equipamento.
o equipamento foi comprado em 1996 e nunca saiu da fabrica e já foi paga

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

ifpr da zona norte duas entregas de terrreno e lixo continua

A politica em Londrina não tem limites , na gestão anterior o prefeito de Londrina entregou a escritura do terreno para nova IFPR LONDRINA , mas agora o atual prefeito entrega o mesmo terreno a IFPR LONDRINA. hoje o local proximo tb as margens do ribeirão Lindoia que forma Lago Norte está cheio de entulhos, riscos de doenças , assoriamento do ribeirão , uma placa de 1996 dizendo agua impropria para consumo ate hoje não trocada. Mas  a atual administração quer fazer ctrl v e ctrl c de uma  área já doada. Que tipo de assessores o  prefeito que nao conhece a cidade.
aqui os links da ifpr
http://londrina.ifpr.edu.br/2013/05/14/ifpr-recebeu-escritura-de-terreno-doado-para-construcao-de-sede-em-londrina/

aqui outro link do cercamento da área da nova ifpr http://reitoria.ifpr.edu.br/wp-content/uploads/2015/01/Edital-Cercamento-Reitoria-v5.pdf

LAUDO RUIDO AMBIENTAL

Este laudo foi realizado nos setores da   BRF Londrina Central de Distribuição, localizada na Av. Saul Elkind   cidade industrial s/n sa...