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terça-feira, 6 de setembro de 2011
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FICA O ALERTA SECRETARIA MEIO AMBIENTE DE LONDRINA
sertao e energia solar
Com investimentos de R$ 325 milhões, usina localizada em Coremas, no interior da Paraíba, coloca o Brasil no mapa mundial da geração energética a partir do Sol Por Rafael FREIRE
O faro e a agilidade para identificar e pôr em prática boas oportunidades de negócios são um ingrediente importante na carreira de quem atua no mercado financeiro. O trio de empreendedores paulistas Edmond Farhat, Sérgio Reinas e Rafael Brandão sabe muito bem disso. Ao longo dos últimos 20 anos, quando passaram por instituições como Citibank, Delta Commodities Banco Rural Internacional, eles estruturaram diversas operações para a captação de recursos para projetos energéticos. Agora, eles resolveram utilizar a expe-riência para se tornar empreendedores do setor. A primeira tacada do trio é a Usina Coremas I, situada em Coremas, cidade encravada no sertão da Paraíba, a 390 quilômetros da capital João Pessoa. A usina terá capacidade de gerar 50 megawatts (MW), com a força dos raios solares, a partir do primeiro semestre de 2013.
Trio energizado: experiência no mercado financeiro foi o que motivou Brandão (primeiro à esq.), Farhat e Reinas a investir em energia
Trata-se de um volume suficiente para abastecer 830 mil residências. Orçado em R$ 325 milhões, o em-preendimento colocará o Brasil definitivamente no mapa mundial da energia solar. Até agora, já foram desembolsados R$ 15,5 milhões. Os recursos foram aplicados no estudo de implantação e viabilidade, além da compra do terreno de 400 hectares. “De tanto fazer estudos para nossos clientes, decidimos nos arriscar do outro lado do balcão”, afirma Farhat à DINHEIRO. O negócio está sendo tocado por meio da Mais Asset Management, da qual Farhat, Reinas e Brandão são acionistas, e tem como parceiro o Banco Paulista, dono de uma fatia de 30,8% do empreendimento. A meta é atrair outro sócio com experiência no segmento energético, que ficaria com uma participação de 35,2%. Farhat, Reinas e Brandão dividiriam os 34% restantes.
Por que investir em energia solar, considerada até há pouco tempo proibitiva em função do custo de aquisição e manutenção dos equipamentos? “A tecnologia evoluiu e hoje essa modalidade já tem um preço competitivo em relação às demais opções renováveis”, afirma Brandão. É que, em uma das tradicionais placas fotovoltaicas (conhecidas como painéis solares), o trio foi buscar nos Estados Unidos um sistema híbrido, semelhante ao utilizado na cogeração, a partir da queima da biomassa (restos de bagaço de cana, por exemplo). A Usina Coremas I usará a potência dos raios solares, captados por coletores revestidos de películas prateadas, para aquecer tubos cheios de água. O líquido, a uma temperatura de 400 graus centígrados, será direcionado para uma caldeira para ser convertido em vapor. Este, por sua vez, movimentará a turbina que gera energia. Apesar das várias etapas, esse processo, de acordo com os investidores, é 55% mais barato em relação à eletricidade obtida com placas fotovoltaicas. Além disso, seu grau de eficiência, ainda segundo eles, é 50% maior.
Calor escaldante: a maior usina de energia solar do mundo, no deserto de Mojave, na Califórnia, inspirou o projeto brasileiro
Trata-se do mesmo método utilizado na Ivanpah Solar Energy Generating System, a maior usina do gênero do mundo, situada no deserto de Mojave, na Califórnia, que vai consumir US$ 168 milhões e gerar 354 MW. O Google é um dos principais investidores. O desbravamento do sertão paraibano é apenas a primeira fase da jornada eletrizante que o trio pretende seguir na área empresarial. A Rio Alto Energia tem licença para produzir até 125 MW. A meta é focar exclusivamente em fontes renováveis. Também estão no radar desses empreendedores as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), usinas com capacidade de gerar até 30 MW. Os primeiros dividendos, no entanto, deverão vir de Coremas. No próximo leilão de energia A-3 (com entrega no mínimo em três anos), o trio pretende fechar a venda de 30 megawatts diários para a Eletrobras. Isso deverá garantir uma receita anual garantida de pelo menos R$ 34 milhões.
Farhat e seus dois sócios não são os únicos que estão de olho nessa nova vertente energética. Hoje, o que se tem no Brasil são apenas seis projetos experimentais que produzem 1,087 MW. O principal deles é o do empresário Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, que montou uma usina em Tauá (CE). Na Alemanha, cuja temperatura média é inferior à brasileira, apenas os painéis instalados nos telhados das residências geram 9 mil MW. Por ser um país tropical, o potencial de geração de energia solar do Brasil é praticamente inesgotável. Na avaliação de Sergio Colle, especialista em energia da Universidade Federal de Santa Catarina, o que dificulta a existência de projetos como o de Rio Alto é a falta de estudos de viabilidade. “Os empresários têm de desembolsar recursos para levantar dados que o governo brasileiro já deveria ter”, afirma Colle. Apesar disso, ele se mostra otimista. “Estamos em um cenário favorável para esse tipo de empreendimento”, diz. É nisso que apostam os controladores da Rio Alto Energia.
domingo, 28 de agosto de 2011
Lista de produtos transgênicos e não transgenicos
Óleos | |
Transgênico | Não transgênico |
Aro (Makro) Liza (Cargill) Oliva (Cargill) Olivares (Paladar) Salada (Bunge) Soya (Bunge) Carmelita (Vigor) Mazola (Cargill) Primor (Bunge) Veleiro (Cargill) | Big Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Champion Sinhá (Caramuru) Campestre Great Value (Wal-Mart) Ceres (Vida) Cocamar Dois Amores (Caramuru) Leve (Imcopa) Gilda (Vida) Maria (Vida) Sadia Suavit (Cocamar) Brejeiro |
Alimento Infantil | |
Transgênico | Não transgênico |
| Arisco (Unilever) Big Carrefour Cremogema (Unilever) Compre Bem/Barateiro Extra Maizena (Unilever) Nestlé Pão de Açúcar Aptamil (Support) Bebelac (Support) Nan (Nestlé) Nestogeno (Nestlé) Ninho (Nestlé) Nutriton (Support) Soya Diet (Support) |
Farinhas e Grãos | |
Transgênico | Não transgênico |
Aro (Makro) Quero | Big Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Dafap's Bontrato (Caramuru) Caramuru Cereja (Sakura) Champion Hikari Jasmine Mãe Terra Mais Vita Produtos Naturais Missô (Sakura) Nekmil (Caramuru) Nutrimental Oetker Panco Sinhá (Caramuru) Vitao (Nutrihouse) Yoki |
Molhos e Condimentos | |
Transgênico | Não transgênico |
Soya (Bunge) Ajinomoto Primor (Bunge) Luppini Quero Mesa (Vigor) Vigor Virmont Gourmet (Cargill) Liza (Cargill) Sazon (Ajinomoto) Hondashi (Ajinomoto) | Arisco (Unilever) Big Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Cereja (Sakura) Champion Mãe Terra Missô (Sakura) Great Value (Wal-Mart) Maria (Vida) Cepêra Mais por Menos (Wal-Mart) Aji no Shoyu (Sakura) Cica (Unilever) Etti (Parmalat) Goodlight Hellman's Hikari Knorr (Unilever) Lanchy (Cocamar) Linguanotto (Masterfoods) Mococa Parmalat Peixe (Cirio) Purity (Cocamar) Sakura Uncle Ben's (Masterfoods) Cirio Fondor (Nestlé) Pomarola (Unilever) Salsaretti (Parmalat) Tarantella (Unilever) Maggi (Nestlé) |
Enlatados | |
Transgênico | Não transgênico |
Quero | Big Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Great Value (Wal-Mart) Mais por Menos (Wal-Mart) Etti (Parmalat) Peixe (Cirio) Anglo (BF) Bonduelle Bordon (BF) Coqueiro Quaker Superbom Swift (BF) |
Sopas e Pratos Prontos | |
Transgênico | Não transgênico |
Hemmer La Table D'or Vigor | Arisco (Unilever) Big Pão de Açúcar Panco Sinhá (Caramuru) Vitao (Nutrihouse) Sadia Goodlight Knorr (Unilever) Missoshiru (Sakura) Nissin Qualimax Maggi (Nestlé) |
Sobremesas | |
Transgênico | Não transgênico |
Vigor Virmont Linea Leco (Vigor) | Big Maizena (Unilever) Nestlé Pão de Açúcar Hikari Oetker Great Value (Wal-Mart) Goodlight Mococa Parmalat Dona Benta Paulista (Danone) Clight (Kraft) Ducoco Fresh (Kraft) Karo (Unilever) Kibon (Unilever) La basque Miss Daisy (Sadia) Royal (Kraft) Danone |
Matinais e Cereais | |
Transgênico | Não transgênico |
Linea Sustagen (Bristol & Meyers) Café do Ponto Kellog´s Diet Shake (Nutrilatina) Melitta Quero Pro Sobee (Bristol & Meyers) | Big Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Nestlé Pão de Açúcar Jasmine Mãe Terra Vitao (Nutrihouse) Great Value (Wal-Mart) Mais por Menos (Wal-Mart) Mococa Quaker Sanavita Batavo Ativa Soy (Nutrimental) Suprasoy (Josapar) Nutrifoods Nutrilon (Nutrimental) Nutry (Nutrimental) Nutry Fun (Nutrimental) Cerealon (Nutrifoods) Chocomilk (Batavo) Chomax (Ducoco) Fibra Total (United Mills) Fitness & Diet (United Mills) Mucilon (Nestlé) Nescau (Nestlé) Nesquik (Nestlé) Neston (Nestlé) Nutren (Nestlé) Toddy (Quaker) Trio (United Mills) |
Chocolates e Balas | |
Transgênico | Não transgênico |
Adams Cadbury Dan Top Dizioli Duitt Garoto Halls Santa Edwiges Trident | Big Nestlé Pão de Açúcar Great Value (Wal-Mart) Arcor Hershey's Dori Ferrero Kopenhagen Lacta (Kraft) M&M (Masterfoods) Milka (Kraft) Pan Twix (Masterfoods) Snickers (Masterfoods) |
Biscoitos e Salgadinhos | |
Transgênico | Não transgênico |
Adria Ebicen (Glico) Lu (Arcor) Zabet (Adria) | Big Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Nestlé Pão de Açúcar Champion Jasmine Mãe Terra Panco Vitao (Nutrihouse) Great Value (Wal-Mart) Mais por Menos (Wal-Mart) Parmalat Firenze Piraquê Nutrifoods Nutry (Nutrimental) Dauper Dori Lu (Arcor) Ativa (Nutrimental) Bauducco Elbis (Mabel) Elma Chips Fritex (Bauducco) Iracema (Kraft) Kelly (Mabel) Mabel Mini Bits (Kraft) Nabisco (Kraft) Skiny (Mabel) Tica (Panco) Tostines (Nestlé) Visconti Wickbold Aymoré (Arcor) Gran Dia (Arcor) Biits Cookies (United Mills) Bon Gouter (Kraft) Chocolícia (Kraft) Chocooky (Kraft) Club Social (Kraft) Oreo (Kraft) Trakinas (Kraft) Duchen (Parmalat) Raris (Masterfoods) Mr. Nut´s (Masterfoods) Triunfo (Arcor) |
Pães e Bolos | |
Transgênico | Não transgênico |
Santa Edwiges Pullman Ana Maria (Pullman) | Big Pão de Açúcar Panco Great Value (Wal-Mart) Mais por Menos (Wal-Mart) Firenze Bauducco Tica (Panco) Visconti Wickbold Kidlat (Parmalat) Jack Bolinho (Wickbold) |
Bebidas | |
Transgênico | Não transgênico |
All Day (Bunge) Cyclus (Bunge) | Sanavita Batavo Clight (Kraft) Fresh (Kraft) Royal (Kraft) Danone Ativa (Nutrimental) Yakult Ades (Unilever) Cereal Shake Light Ki-Suco (Kraft) Maguary (Kraft) Jui-C (Nutrimental) Nutrinho (Nutrimental) Sustare (Olvebra) Tang (Kraft) Q-Refres-ko (Kraft) Tonyu (Yakult) Chamy (Nestlé) Kissy (Batavo) Diet Fiber (Olvebra) Longevita (Olvebra) Novo Milke (Olvebra) Soy Fruit (Olvebra) Soy Original (Olvebra) Soymilke (Olvebra) |
Frios e Embutidos | |
Transgênico | Não transgênico |
| Big Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Champion Sadia Mais por Menos (Wal-Mart) Anglo (BF) Bordon (BF) Swift (BF) Batavo Perdigão Rezende (Sadia) Seara Marba Wilson (Sadia) |
Laticínios e Margarinas | |
Transgênico | Não transgênico |
Primor (Bunge) Mesa (Vigor) Leco (Vigor) Vigor All Day (Bunge) Amélia (Vigor) Cyclus (Bunge) Delícia (Bunge) Franciscano (Vigor) Mila (Bunge) Soya (Bunge) | Big Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Nestlé Pão de Açúcar Great Value (Wal-Mart) Sadia Mais por Menos (Wal-Mart) Goodlight Paulista (Danone) Batavo Piraquê Danone Arisco Philadelphia (Kraft) Claybom (Unilever) Baker (Vida) Colméia (Vida) Becel (Unilever) Corpus (Danone) Cremutcho Dannete (Danone) Danny (Danone) Doriana (Unilever) Molico (Nestlé) Qualy (Sadia) Saúde (Unilever) Deline (Sadia) Dupli (Danone) FBE (Vida) Glacier (Vida) Margarella (Vida) Mariella (Vida) |
Massas | |
Transgênico | Não transgênico |
Adria Frescarini (General Mills) Pastitex Santa Branca | Big Carrefour Pão de Açúcar Champion Sadia Mezzani Firenze Massaleve Pavioli Piraquê |
Congelados | |
Transgênico | Não transgênico |
Arosa Forno de Minas (General Mills) Pescal Belcook | Big Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Champion Panco Great Value (Wal-Mart) Sadia Goodlight Anglo (BF) Bordon (BF) Superbom Swift (BF) Batavo Da Granja Kilo Certo Perdigão Rezende (Sadia) Seara Bonduelle Toque de Sabor (Perdigão) |
Rações para animais | |
Transgênico | Não transgênico |
| Guabi Purina (Nestlé) Alpo (Nestlé) Bonzo (Nestlé) Cat Chow (Nestlé) Champ (Masterfoods) Deli Dog (Nestlé) Dog Menu (Nestlé) Fancy Feast (Nestlé) Faro (Guabi) Friskies (Nestlé) Frolic (Masterfoods) Gatsy (Nestlé) Herói Mascote (Guabi) Kanina (Nestlé) Pedigree (Masterfoods) Whiskas (Masterfoods) Top Cat (Guabi) Kitekat (Masterfoods |
fm ambiental no cincao
ESTE BLOG E OS ALUNOS DO 2 SEMESTRE DE 2011 AGRADECE A DIRETORIA DA RADIO CINCAO PELA CESSÃO DO HORARIO DAS 10:00 DA MANHÃ ATE 11:00 MANHÃ
transgenico perigo a vista
Existem duas formas de criar alimentos transgênicos:
Na primeira, recolhe-se um fragmento do DNA de um organismo e mistura com o fragmento de alguma outra espécie. Depois, esse novo fragmento é inserido na planta, atuando como o "transportador" das características dos DNAs.
A outra técnica parece ser mais simples. Ao invés de juntar DNAs de dois organismos, coloca-se o gene diretamente na planta. Esse gene vai se adaptar ao DNA gerando uma planta com novas características.
Mas um fato é omitido. Durante esse processo de mutação, ocorre uma reação química de conseqüências desconhecidas. Isso significa que não há certeza sobre os resultados da transformação de alimento convencional para transgênico.
Uma indústria japonesa, Showa Denko, utilizou um organismo geneticamente modificado em um suplemento alimentar e acabou criando uma toxina letal que matou 35 pessoas e deixou outras 1.500 permanentemente lesadas.
MEIO AMBIENTE AMEAÇADO
Mesmo ainda não tendo um resultado objetivo dos Estudos de Impacto Ambiental, podemos nos basear em alguns casos práticos do cultivo dos transgênicos em países onde ele é legalizado.
Os herbicidas usados em grandes quantidades contaminam os lençois freáticos e os solos. Nos lugares onde foram cultivados, segundo Rubens Nodari, da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), se observa resistência de plantas daninhas tradicionais à lavoura de soja.
A diversidade de sementes também está em risco. A campanha pela liberação dos transgênicos, financiada pelas empresas transnacionais que os produzem, dizia que as plantações seriam mais econômicas, pois as sementes seriam mais resistentes a certos herbicidas. Mas na prática elas desenvolvem imunidade, exigindo doses mais fortes, prejudicando mais o meio ambiente e levando a uma uniformização das sementes, que terão cada vez mais as mesmas características.
O mesmo herbicida da Monsanto, Roundup, utilizado no cultivo da soja Roundup Ready foi usado como uma arma do governo dos Estados Unidos na guerra do Vietnã. O herbicida era jogado na vegetação, impedindo que os vietnamitas se escondessem nela.
E mais: o órgão estadunidense que faz os testes nos organismos geneticamente modificados só tem acesso a dados que as próprias transnacionais cedem. Como confiar nisso?
A FOME MUNDIAL COMO UMA DESCULPA
Outro mito que utilizado para legimitar o mercado dos transgênicos é que o aumento de produção dos alimentos resolveria a fome. Não precisa ser nenhum economista pra saber que o problema da fome e da miséria não é a escassez de alimentos, mas a má distribuição de riqueza produzida. Ainda mais em um novo modelo onde você terá de pagar royalties e taxas paras poucas transnacionais que monopolizam o mercado.
De acordo com a Organização para Agricultura e Alimentação, órgão ligado a ONU, existem 826 milhões de pessoas que chegaram ao nível mais elevado de fome (a fome crônica), enquanto 32% da produção de alimentos cresceu nos últimos anos.
ROTULAGEM
No dia 24 de abril de 2004, o Presidente Luis Inácio Lula da Silva assinou o Decreto número 4.680. Este Decreto diz que todo alimento com mais de 1% de transgenia deverá ser rotulado para que consumidores possam decidir se querem ou não comprá-lo.
Essa ação foi tomada após a liberação da safra transgênica do Rio Grande do Sul em 2003, forçada pela Monsanto. Para não falir produtores/as gaúchos/as, o Governo Federal criou a Medida Provisória 113 liberando a safra. O Decreto veio, então, para informar os/as consumidores/as.
Mas até agora poucos alimentos foram vistos com a rotulagem nos supermercados. O Ministério da Agricultura, que deve fiscalizar o processo no campo, e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que deve fiscalizar os produtos nos supermercados, não estão fazendo grandes esforços. A desculpa dada em 2004 é de que o Ministério da Justiça não regulamentou o Decreto. Mas a advogada do Instituto de Defesa do Consumidor, Andréa Salazar, rebate afirmando que o Decreto é autoaplicável. O Ministério da Justiça deveria apenas regulamentar o símbolo que iria para o rótulo. Nenhum dos três órgãos se manifestou para prestar esclarecimentos, até agora.
O Decreto diz que todo e qualquer alimento que contenha mais de 1% de organismos geneticamente modificados devem trazer essa informação em um rótulo destacado. Vale para produtos embalados, vendidos a granel e in natura. Também para alimentos provenientes de animais alimentados com ração transgênica. No rótulo deve vir, também, a espécie doadora do gene.
fonte greenpeace
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
AUDIENCIA PUBLICA FALHA
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domingo, 21 de agosto de 2011
800 mil vive em favelas
LAUDO RUIDO AMBIENTAL
Este laudo foi realizado nos setores da BRF Londrina Central de Distribuição, localizada na Av. Saul Elkind cidade industrial s/n sa...
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EVENTO: SEMA – TRILHA DA BIODIVERSIDADE DESENVOLVIDO: SEMA – SECRETARIA ESTADUAL DE LONDRINA DURANTE À 51 EXPOSIÇÃO AGROPECUARIA DE LONDRI...
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Se tem uma árvore que você deveria plantar no seu quintal é a moringa . Pelo menos, é o que garantem pesquisadores de todo o mundo. Alvo...