segunda-feira, 2 de abril de 2018

AGROTÓXICO EM XEQUE NO RS

Epidemia de câncer'? Alto índice de agricultores gaúchos doentes põe agrotóxicos em xeque


Uso de substâncias é apontado como responsável por alta incidência no RS, Estado com as maiores taxas de mortalidade da doença no país; associação de fabricantes diz que risco depende do manuseio.

Um estudo realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) comparou o número de mortes por câncer da microrregião de Ijuí com as registradas no Estado e no país entre 1979 e 2003 e constatou que a taxa de mortalidade local supera tanto a gaúcha, que já é alta, como a nacional.

De acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o Rio Grande do Sul é o Estado com a maior taxa de mortalidade pela doença. Em 2013, foram 186,11 homens e 140,54 mulheres mortos para cada grupo de 100 mil habitantes de cada sexo.
O índice é bem superior ao registrado pelos segundos colocados, Paraná (137,60 homens) e Rio de Janeiro (118,89 mulheres).
O Estado também é líder na estimativa de novos casos de câncer neste ano, também elaborada pelo Inca - 588,45 homens e 451,89 mulheres para cada 100 mil pessoas de cada sexo.
Em 2014, 17,5 mil pessoas morreram de câncer em terras gaúchas - no país todo, foram 195 mil óbitos.
Anualmente, cerca de 3,6 mil novos pacientes são atendidos na unidade coordenada por Franke. Se incluídos os antigos, são 23 mil atendimentos. Destes, 22 mil são bancados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) - os cofres públicos desembolsam cerca de R$ 12 milhões por ano para os tratamentos.
Segundo o oncologista, a maioria dos doentes vem da área rural - mas o problema pode ser ainda maior, já que os malefícios dos agrotóxicos não ocorrem apenas por exposição direta pelo trabalho no campo, mas também via alimentação, contaminação da água e ar.
"Se esses números fossem de pacientes de dengue ou mesmo uma simples gripe, não tenho dúvida de que a situação seria tratada como a mais alarmante epidemia, com decreto de calamidade pública e tudo. Mas é câncer. Há um silêncio estranho em torno dessa realidade", afirma o promotor Nilton Kasctin do Santos, do Ministério Público da cidade de Catuípe.
"Milhares de pessoas estão morrendo de câncer por causa dos agrotóxicos", acrescenta ele, que atua no combate aos produtos.
Procurado pela BBC Brasil, o Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal), que representa os fabricantes de agrotóxicos, encaminhou o questionamento para a Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal), que responde basicamente pelas mesmas empresas.
Em nota, a Andef afirma que "toda substância química, sintetizada em laboratório ou mesmo aquelas encontradas na natureza, pode ser considerada um agente tóxico" e que os riscos à saúde dependem "das condições de exposição, que incluem: a dose (quantidade de ingestão ou contato), o tempo, a frequência etc.".
O texto afirma ainda que "o setor de defensivos agrícolas apresenta o grau de regulamentação mais rígido do mundo".
Salto no consumo
A comercialização de agrotóxicos aumentou 155% em dez anos no Brasil, apontam os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), estudo elaborado pelo IBGE no ano passado - entre 2002 e 2012, o uso saltou de 2,7 quilos por hectare para 6,9 quilos por hectare.
O número é preocupante, especialmente porque 64,1% dos venenos aplicados em 2012 foram considerados como perigosos e 27,7% muito perigosos, aponta o IBGE.
O Inca é um dos órgãos que se posicionam oficialmente "contra as atuais práticas de uso de agrotóxicos no Brasil" e "ressalta seus riscos à saúde, em especial nas causas do câncer".
Como solução, recomenda o fim da pulverização aérea dos venenos, o fim da isenção fiscal para a comercialização dos produtos e o incentivo à agricultura orgânica, que não usa agrotóxico para o cultivo de alimentos.
Márcia Sarpa Campos Mello, pesquisadora do instituto e uma das autoras do "Dossiê Abrasco - Os impactos dos Agrotóxicos na Saúde", ressalta que o agrotóxico mais usado no Brasil, o glifosato - vendido com o nome de Roundup e fabricado pela Monsanto - é proibido em toda a Europa.

sexta-feira, 2 de março de 2018

DIFERENÇA DE FISPQ E FICHA DE EMERGENCIA


DIFERENÇA DA FICHA DE EMERGENCIA E FISPQ

A Ficha de Emergência e a Ficha com Dados de Segurança são comumente confundidas por tratarem de assuntos similares quanto ao manuseio de produtos químicos perigosos ou não perigosos.

1-Ficha Com Dados de Segurança (FISPQ) 

É imprescindível a disponibilidade da Ficha Com Dados de Segurança (FISPQ) no ambiente de trabalho. Especificamente no local em que os produtos são manipulados e/ou armazenados. Cada fabricante ou importador é obrigado a fornecer a FISPQ de seu produto químico e o empregador a disponibilizar tais fichas.

A FISPQ deve esclarecer as informações essenciais e detalhadas sobre a identificação dos produtos químicos, seu fornecedor, a sua classificação, a sua periculosidade, as medidas de precaução e os procedimentos de emergência, 

FISPQ , é composta por 16 seções obrigatórias que devem estar dispostas e numeradas conforme estabelece a Parte 4 da Norma ABNTNBR14725.
FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

Seção 1 - Identificação

A Seção 1 da FISPQ deve conter a identificação do produto, como por exemplo o nome e o uso recomendado. Também deve identificar a empresa fornecedora do produto.

Seção 2 - Identificação de perigos

Na seção 2 da FISPQ devem estar descritos os perigos intrínsecos ao produto e os elementos harmonizados do GHS(Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos)
, como classes de perigo, pictogramas, palavra de advertência, frases de perigo e frases de precaução. Caso o produto não seja classificado para o GHS, será apresentada nesta seção uma frase com esta informação.

Seção 3 - Composição e informações sobre ingredientes

Na seção 3 da FISPQ devem ser indicados os componentes que contribuem para o perigo.
Quando um ingrediente é considerado Segredo Industrial, seus perigos devem ser identificados.

Seção4 - Medidas de primeiros-socorros

A seção 4 da FISPQ deve tratar das medidas de primeiros socorros que podem ser aplicadas por pessoas sem treinamento específico e sem uso de equipamentos de segurança, ou seja, aquelas pessoas que estarão mais próximas do trabalhador afetado na hora do acidente.

Seção 5 - Medidas de combate a incêndio

A seção 5 da FISPQ deve conter as informações sobre medidas de combate a incêndio. Nela devem estar descritos os meios de extinção apropriados e inapropriados para um possível incêndio com o produto.

Seção 6 - Medidas de controle para derramamento ou vazamento

A seção 6 da FISPQ deve informar as medidas que devem ser tomadas em caso de derramamento ou vazamento do produto.

Seção 7 - Manuseio e armazenamento

A seção 7 da FISPQ deve apresentar noções importantes para o manuseio e o armazenamento do produto químico. Conhecer bem as condições nas quais o produto pode ser manuseado com segurança é fundamental.

Seção 8 - Controle de exposição e proteção individual

A seção 8 da FISPQ deve estabelecer os limites de exposição máximos em que os trabalhadores podem estar expostos e apontar quais os EPIs recomendados ao utilizar o produto, seção muito importante para a segurança do trabalhador.

Seção 9 - Propriedades físicas e químicas

A seção 9 da FISPQ deve apresentar as propriedades físico-químicas do produto. Caso seja uma mistura de ingredientes, as propriedades devem ser desta mistura como um todo e não dos ingredientes.

Seção 10 - Estabilidade e reatividade

A seção 10 da FISPQ deve indicar a estabilidade e reatividade do produto, condições a serem tomadas para evitar reações perigosas e os materiais incompatíveis.

Seção11 - Informações toxicológicas

A seção 11 da FISPQ deve apresentar informações toxicológicas do produto, os resultados de estudos que comprovam as classificações dos perigos à saúde apresentados na seção 2 e os sintomas que o produto pode causar.

Seção12 - Informações ecológicas

A seção 12 da FISPQ deve conter resultados de estudos em relação aos perigos ao meio ambiente.

Seção13 - Considerações sobre destinação final

A seção 13 da FISPQ deve indicar os cuidados que se deve ter ao descartar o produto ou sua embalagem, bem como as legislações aplicáveis para este descarte.

Seção 14 - Informações sobre o transporte

A seção 14 da FISPQ deve conter informações importantes quando o produto é classificado para o transporte, como número ONU, nome apropriado para embarque e grupo de embalagem.
As informações dever ser apresentadas para o transporte rodoviário, marítimo e aéreo.

Seção15 - Informações sobre regulamentações

Na seção 15 da FISPQ devem ser incluídas as legislações aplicáveis para a elaboração do documento.

Seção 16 - Outras Informações


Na seção 16 da FISPQ podem ser descritas outras informações, incluindo abreviaturas e legendas, referências bibliográficas e informações que a empresa desejar.
o que diz a norma regulamentadora 26 do MTE
Na norma regulametadora 26 no item “26.2.3.4 O empregador deve assegurar o acesso dos trabalhadores às fichas com dados de segurança dos produtos químicos que utilizam no local de trabalho.”

É importante revisar as informações da FISPQ sempre que surgirem novas informações pertinentes em matéria de saúde e segurança.



2-Ficha de Emergência

A Ficha de Emergência é obrigatória apenas para ao transporte de produtos e resíduos perigosos ou equipamentos relacionados com essa finalidade.
Caso ocorra acidente, a Ficha de Emergência orienta o motorista em como proceder no caso de vazamento, risco de explosão, contato dos produtos transportados com alguma pessoa, etc, além do telefone de emergência da corporação de bombeiros e dos órgãos de policiamento do trânsito, da defesa civil e do meio ambiente ao longo do itinerário.
A ficha deve, obrigatoriamente, permanecer no veículo do transportador, dentro de um Envelope para Transporte conforme padrão estabelecido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, devendo ser mantida a bordo junto ao condutor de maneira a permitir acesso imediato.


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

terceira edição iclei acontecera em londrina.



Na próxima segunda-feira (05.03) acontecerá a Conferência: “Biodiversidade, Serviços Ecossistêmicos e Gestão Metropolitana”. O evento ocorre no âmbito do Projeto "INTERACT-Bio: Ação Integrada pela Biodiversidade" e debaterá o conceito de serviços ecossistêmicos e suas possíveis aplicações para as políticas públicas e gestão metropolitana. A Conferência promoverá a troca de experiências entre os níveis locais, regionais e nacionais e contará com a presença de especialistas no assunto.



Na mesma ocasião, realizaremos a assinatura do Acordo de Cooperação entre o ICLEI América do Sul​, a Prefeitura de Londrina, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente - PR (SEMA) e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano - PR (SEDU).

Esta é a terceira edição da conferência, que já foi realizada em Belo Horizonte e Campinas.

Veja a programação e se inscreva pelo link:goo.gl/16xAEV

Vagas limitadas.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

feliz aniversario IBAMA



O IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente do Brasil.

HISTORIA
Nascia em através da lei 7735 de  22/02/1989 do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), pela fusão da SEMA, SUDEPE, SUDEHVEA e IBDF 

Principais funções e atribuições:

- Atua em território nacional com poder de polícia ambiental;

- Executa ações de meio ambiente que fazem parte das políticas nacionais;

- Atua na área de licenciamento ambiental;

- Faz o controle de qualidade ambiental;

- Fiscaliza e autoriza a utlização de recursos naturais;

- Faz o controle e monitoramente ambiental;

- Edita normas e padrões de qualidade ambiental;

- Realiza e executa campanhas educacionais voltadas para a preservação do meio ambiente;

- Elabora sistemas de informações relacionadas ao meio ambiente. 

O IBAMA é de extrema importância para a preservação e manutenção do Meio Ambiente no Brasil. Ele atua de forma eficiente para a preservação de nossas matas, florestas, rios, fauna e recursos naturais diversos. Sem a atuação deste órgão, poderíamos ter um país devastado do ponto de vista ambiental.

PROBLEMAS HOJE. 

A falta de concursos publico para readequar os quadros do IBAMA a nivel nacional e a politicagem de grupos que aos poucos querem fechamento de escritorio ou transfêrencia de auditores , por estarem fazendo o papel legal , mas atrapalhando o seus interesses privados e públicos.

Localização do IBAMA (sede):

- SCEN Trecho 2 - Edifício Sede - Brasília-DF

No Paraná
links



Superintendência do Ibama no Paraná (Supes/PR)
Júlio César Gonchorosky
Superintendente do Ibama no Paraná
Endereço: Rua General Carneiro,  nº 481 - Alto da Glória - Cep: 80060-150 - Curitiba/PR
Telefone Geral: (41) 3360-6101 e 3360-6102
Telefone Administração: (41) 3360-6122
Telefone Fiscalização: (41) 3360-6161
Telefone Passeriformes: (41) 3213-3700. Os criadores amadoristas de passeriformes silvestres devem contatar o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e/ou acessar: IAP - Informações sobre o Sispass.
Voip: 80(41)6101
E-mail: 
supes.pr@ibama.gov.br / gabinete.pr@ibama.gov.br / julio.gonchorosky@ibama.gov.br
Divisão Técnico-Ambiental
Adinan Soares de Assunção
Chefe da Divisão Técnico-Ambiental
Endereço: Rua General Carneiro,  nº 481 - Alto da Glória - Cep: 80060-150 - Curitiba/PR
E-mail: ditec.pr@ibama.gov.br / adinan.assuncao@ibama.gov.br



Divisão de Administração e Finanças
Neusa Maria Emídio
Chefe da Divisão de Administração e Finanças
Endereço: Rua General Carneiro,  nº 481 - Alto da Glória - Cep: 80060-150 - Curitiba/PR
E-mail: diaf.pr@ibama.gov.br / neusa.emidio@ibama.gov.br
Unidade Técnica de 2º Nível em Londrina
Antônio Hernandes Torres Junior
Chefe de Unidade Técnica de 2º Nível em Londrina
Endereço: Rua Maranhão, nº 177, Sala 51, 5º andar - Centro - Cep: 86010-903 - Londrina/PR
Telefone: (43) 3322-4956
E-mail: antonio.torres-junior@ibama.gov.br



Unidade Técnica de 2º Nível em Foz do Iguaçu
Sérgio Noriyuki Suzuki
Chefe de Unidade Técnica de 2º Nível em Foz do Iguaçu
Endereço: Rua Antônio Raposo, nº 696 - Centro - Cep: 85851-090 - Foz do Iguaçu/PR
Telefax: (45) 3574-1804
E-mail: sergio.suzuki@ibama.gov.br



Unidade Técnica de 2º Nível em Paranaguá
Rafael Prado Engelhardt
Chefe de Unidade Técnica de 2º Nível em Paranaguá
Endereço: Rua João Estevão, nº 636 - Centro Histórico - Cep: 83203-010 - Paranaguá/PR
Telefax: (41) 3423-1818
E-mail: rafael.engelhardt@ibama.gov.br



Unidade Técnica de 2º Nível em União da Vitória
Arty Coelho de Souza Fleck
Chefe de Unidade Técnica de 2º Nível em União da Vitória
Endereço: Avenida Marechal Deodoro, nº 995 - Bairro São Basílio Magno - Cep: 84600-000 - União da Vitória/PR
Telefone: (42) 3522-4589
Fax: (42) 3522-8454
E-mail: arty.fleck@ibama.gov.br



BREVE MARINGA ABRIRA CONCURSO TEC MEIO AMBIENTE

BREVE CONCURSO EM MARINGA TECNICO EM MEIO AMBIENTE E AUX AMBIENTE
https://g1.globo.com/pr/parana/CONCURSO DE PREF MARINGA TEC MEIO AMBIENTErsos-e-emprego/noticia/prefeitura-de-maringa-prepara-concurso-com-240-vagas-e-salarios-de-ate-r-12-mil.ghtml

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

PR acima da media nacional área protegida no campo

Área protegida no Paraná é maior que a da média nacional, de 20%


Estudo de georreferenciamento realizado pela Embrapa Territorial (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) constatou que os agricultores paranaenses destinam 27,9% de suas áreas para a preservação ambiental. O resultado da pesquisa foi apresentado na manhã desta segunda-feira (19), na sede do Sistema Ocepar, durante a reunião da Diretoria da Organização. O técnico da Embrapa Territorial, Carlos Alberto de Carvalho, detalhou aos dirigentes as conclusões do estudo, realizado com o apoio da Ocepar e cooperativas paranaenses. Utilizando informações do banco de dados do CAR (Cadastro Ambiental Rural), a Embrapa calculou a dimensão das áreas dedicadas à APPs (Área de Preservação Permanente), reserva legal e vegetação excedente. "O trabalho de geoprocessamento levou cerca de dois meses, pois verificamos os dados em mais de 370 mil imóveis rurais cadastrados no Paraná. Essas propriedades ocupam uma área total de 14,5 milhões de hectares, sendo que os agricultores se comprometem a dedicar 4 milhões de hectares para a preservação ambiental", afirmou.

Segundo Carvalho, o estudo da Embrapa traz números e dados científicos que demonstram que os agricultores contribuem de "forma expressiva" com a preservação do meio ambiente. "A pesquisa mostra que a agricultura está alinhada com a questão ambiental", enfatiza. O pesquisador ressalta que os dados do CAR dizem respeito à intenção dos agricultores com relação à preservação. "Esse trabalho é declaratório: o produtor rural, ao fazer o Cadastramento Ambiental Rural, informou onde vai ser sua reserva legal, onde vai ser sua área de APP, onde ele tem vegetação excedente, e se comprometeu administrativamente e juridicamente a preservar e manter aquelas áreas. É um ato declaratório, não quer dizer que tudo está coberto de vegetação, mas significa que os proprietários rurais se comprometeram a isso e serão monitorados pelas instituições fiscalizadoras", afirma. 
De acordo com o técnico da Embrapa, no Brasil, o percentual de áreas dentro de propriedades agrícolas dedicadas à preservação é de 20%, o que equivale a 160 milhões de hectares. "Com as ferramentas de georreferenciamento e inteligência territorial nós podemos localizar, por município, e indicar onde estão os produtores rurais que têm mais áreas destinadas à preservação, encontrar os que têm menos, estabelecer contatos e utilizar os mecanismos d e compensação", explica. "Todas essas informações expressas em mapas e números, nos trazem um embasamento para propor políticas públicas, estabelecer parcerias e ampliar o detalhamento dos dados, mostrando a interconexão dos locais de preservação e motivando outros estudos, por exemplo, sobre o movimento e deslocamento da fauna nessas áreas", alega.

LAUDO RUIDO AMBIENTAL

Este laudo foi realizado nos setores da   BRF Londrina Central de Distribuição, localizada na Av. Saul Elkind   cidade industrial s/n sa...