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sábado, 2 de julho de 2011
Produção de bioagas solução ambiental na regiao sul
Créditos: DivulgaçãoMais uma solução de biocombustível volta a surgir com força total: O Biogás. Para quem não sabe é o gás obtido através de biodigestores, ou estações de tratamento de dejetos de criações animais. Esta alternativa tem agregado vantagens para o pequeno produtor, como baixo investimento e lucro alto, e também ajudado e muito na conservação do meio ambiente. Além do Biogás, no processo que dura de 30 a 35 dias nos biodigestores, os resíduos podem ser usados como fertilizantes (chorume), sem problema de mau odor, o qual se perde durante o processo. Esta tem sido a melhor forma para o manejo dos dejetos, antes lançados na natureza.
Fazendas do sul do Brasil estão aderindo à tecnologia de extração do biogás, o que pode ser considerado um avanço para a conservação do meio-ambiente, já que o metano presente em 60% do biogás representa um risco 21 vezes maior que o gás carbônico no aquecimento global.
Para viabilizar a implantação dos biodigestores, empresas de grande porte, estão investindo em fazendas, com a intenção de serem beneficiadas pelos créditos de carbono que ganham através da construção de cada biodigestor. É uma troca: o suinocultor precisa dar um destino aos dejetos para não poluir e a empresa necessita dos créditos de carbono. Além de já ter destino certo para os dejetos, através do biodigestor, o suinocultor pode utilizar o biogás para a produção de energia barata e abundante. Em Santa Catarina, onde está a maior concentração de produção suína, 5,5 milhões de cabeças, projetos de grandes empresas como Sadia e Perdigão, investem na construção de biodigestores em fazendas de suinocultores, e com a captação do Biogás negocia os créditos de carbono junto a ONU.
Uma iniciativa pioneira em favor do biogás, foi da Companhia Branco Motores, que investiu na produção de geradores e bombas de água de pequeno porte que são acionados com a queima do biogás. Isso tornou possível para o pequeno produtor gerar a própria energia elétrica e também irrigar a plantação com combustível barato, já que a quantidade de biogás que cada motor usa é mínima. Cada porco é capaz de gerar 0,30 m3/dia, de biogás. Para acionar um dos motores por 10 horas seriam necessários 67 porcos para produzir 20 m3 de biogás.
Segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), de 34 milhões de cabeças espalhadas por todo o país, a maior concentração fica na região Sul (34,21%), onde têm sido maior investimento de empresas em biodigestores.
BRANCO MOTORES
Fabricante de motores desde 1952, a Companhia Branco Motores tornou-se referência da indústria brasileira. Nos anos 90, a empresa passou a atuar nos setores de componentes eletro-eletrônicos, motopeças, ferramentaria, fundição, serviços e agropecuária. Em 1991, constituiu a primeira joint-venture do Mercosul, com o Grupo Zanella, da Argentina, para a fabricação de motores destinados a ciclomotores.
Hoje, a Companhia Branco Motores produz linhas completas com uso em geradores, motobombas, hidrolavadoras, motocultivadores, motovibradores cortadores de grama e motores de popa. Atualmente, a empresa conta com quatro mil revendedores e 750 pontos de assistência técnica e constitui um dos maiores sistemas de serviços pós-venda do país. Com fabricação, comercialização e distribuição de 32 mil motores por ano para o mercado nacional, as três linhas da empresa: motores a gasolina dois tempos, quatro tempos e diesel e agora Biogás e Biodiesel que representam mais de cem produtos, ampliando as opções de oferta ao mercado.
Para mais informações, acesse: www.branco.com.br.
FONTE
Comunicare – Soluções Integradas de Comunicação
Assessoria de Imprensa da Companhia Branco Motores – Holding
Telefone: (41) 3013 5018
E-mail: contato@comunicareagencia.com.br
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
Novo estudo prevê fim das geleiras de verão no Ártico em 2016
Por clipping
Cientistas que haviam previsto que geleiras se derreteriam durante os verões no Ártico em 2013 agora projetam que isso talvez demore mais alguns anos, mas ainda deve ocorrer nesta década – provavelmente em 2016.
A previsão original, feita em estudo de 2007, rendeu uma onda de críticas ao autor, o cientista Wieslaw Maslowski. Agora, Maslowski e sua equipe trabalham com um novo modelo de computador – feito parcialmente por causa da onda de críticas – que identificou a data ‘estimada’ como sendo 2016.
Seu estudo foi apresentado no encontro anual da União Europeia de Geociências (EGU, na sigla em inglês).
O novo modelo foi projetado para reproduzir interações do mundo real, ou ‘cruzamentos’, entre o oceano Ártico, a atmosfera, o gelo e os rios que deságuam no mar.
‘No passado (…), estávamos projetando o futuro presumindo que tendências poderiam persistir, como foi observado em tempos recentes’, disse Maslowski, que trabalha na Escola de Pós-Graduação Naval, em Monterey, na Califórnia.
‘Agora, estamos tentando ser mais sistemáticos e desenvolvemos um modelo regional do clima do Ártico que é muito parecido com os modelos de mudança climática do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC)’, disse à BBC News.
‘Podemos fazer um modelo completo de cruzamentos para o passado e o presente e ver o que o modelo vai prever para o futuro quanto ao gelo do mar e o clima ártico.’
E uma das projeções identificou que o derretimento de verão pode deixar os mares do Ártico sem a presença de gelo por volta de 2016, ‘com margem de erro de três anos a mais ou a menos’.
Provas – Um dos ingredientes mais importantes do novo modelo é a informação relativa à grossura do gelo que flutua no mar.
Satélites são cada vez mais capazes de detectar essa grossura, geralmente a partir da medição de quão acima da superfície marítima está a geleira. A medição também indica a profundidade desse gelo.
A inclusão dessa estimativa no modelo de Maslowski foi um dos fatores que o forçou a rever a projeção de 2013, que levantou suspeitas e críticas quando foi anunciada em uma reunião ocorrida quatro anos atrás.
Desde um derretimento particularmente expressivo ocorrido em 2007, uma grande proporção do Ártico tem sido coberta por uma camada de gelo fino, que é formada durante uma única estação e é mais vulnerável a mudanças sutis de temperatura do que o gelo grosso.
Mesmo levando isso em consideração, a data projetada por Maslowski é anterior à prevista por outros cientistas.
Mas um deles – Walt Meier, do Centro de Informações de Neve e Gelo dos EUA, no Colorado – diz que o comportamento do gelo marinho se torna menos previsível à medida que se torna mais fino.
‘O modelo (de Maslowski) é bastante bom, tem bastante precisão e captura detalhes que estão perdidos em modelos climáticos globais’, disse. ‘Mas 2019 é daqui a apenas oito anos. Há modelos mostrando que (as datas prováveis do derretimento são por volta de) 2040 ou 2050, e ainda tendo a acreditar nisso.’
Ele agrega: ‘Ficaria muito surpreso (se o derretimento de verão) ocorresse em 2013. Menos surpreso se ocorresse em 2019′.
Método – O derretimento drástico de 2007 foi o maior já registrado pelos satélites, ainda que nos anos seguintes a perda de gelo foi inferior à média de longo prazo.
Mas alguns pesquisadores acreditam que o derretimento de 2010 foi tão marcante quanto o de 2007, já que as condições climáticas foram no ano passado mais favoráveis à durabilidade do gelo.
Ainda que muitos cientistas do clima e ambientalistas estejam seriamente preocupados com o futuro do gelo ártico, para outras partes da sociedade e dos governos o derretimento traz desafios e oportunidades.
Os governos da Rússia e do Canadá, por exemplo, estão de olho nas oportunidades de mineração que vão despontar no pólo Norte, e o Exército dos EUA expressou preocupação em perder parte de sua defesa na sua fronteira do norte durante uma parte do ano.
‘Não estou tentando ser alarmista nem dizer que ‘prevemos o futuro porque temos uma bola de cristal”, disse Maslowski. ‘Estamos tentando fazer os políticos e as pessoas perceberem que o gelo de verão (do Ártico) pode sumir até o fim da década.’ (Fonte: G1)
relatorio kurica
LOCALIZADA NA CIDADE DE LONDRINA
ENDEREÇO RODOVIA CELSO GARCIA CID KM 367
PROFESSORES - FATIMA E ANGELINA
ALUNO - LUIS FERNANDO DOS SANTOS EGIDIO.
1 TEC MEIO AMBIENTE
COLEGIO ESTADUAL OLYMPIA MORAIS TORMENTA.
A Kurica atua no resíduo domestico, Grande Geradores, Construção Cível , podas de galhos , industrial e saúde Também opera um aterro sanitário para resíduos inertes localizado no jd Leonor.. Cada CTR operando separadamente. Trabalha atualmente 60 funcionários,e possui uma área total 1,3 m2 localizado na região sul da cidade.
CTR COLETA DOMICILIAR E GRANDE GERADORES.
Kurica Seleta Ambiental tem a melhor estrutura para recolhimento de lixo em para área municipal e empresarial.
Atualmente, a empresa realiza a coleta municipal de lixo em Ibiporã. Lá, ela ajudou a implantar um sistema inédito de separação na fonte de três tipos de resíduos: orgânicos, recicláveis e rejeito. Desta forma, reduziu-se em mais de 50%o volume de resíduos depositados em aterro. A coleta de recicláveis aumentou em mais de 400% e todo resíduos orgânico passou a ser coletado separadamente e destinado ao processo de compostagem.
Em nível empresarial, a Kurica Seleta Ambiental atende os maiores shoppings, supermercados e outros grandes geradores na área de coleta e destinação de resíduos.
O destino final são fibras de nylon que vão para São Paulo para industria de vassouras.
O inerte vai para o Selva.
A mais uma unidade no jd Leonor onde fabrica Saco de Lixo.
O orgânico que não deveria vir mais vem vira adubo que e comercializado.
Um dos problemas a e os EPI inadequado,
A maioria dos trabalhadores não tem quase instrução trabalha ambiente insalubre
CTR CONSTRUÇÃO CIVIL.
E o maior gerador de resíduo de nossa cidade que vai para a Kurica,seus trituradores de resíduos dão origem a vários produtos como pedra e areia variadas e reaproveitamento do papel/papelao metais.
O custo que a Kurica cobra e de 50 reais por caçamba.
Seus principais clientes são construtoras e loteadores e empreiteiras de nossa região metropolitana.
O entulho vira areia e volta para a venda isto chama reengenharia reversa.
Não tivemos acesso a parte inicial da CTR da construção civil só a parte final.
O problema CTR construção civil muito próximo a ppa e esta começando alterar o relevo.
As caçambas não vem cobertas o que no trajeto perde muito resíduo e esta sobras acabam indo para galerias.
Existe três tipos de caçamba
Caçamba limpa
Caçamba mista
Caçamba não aproveitável
Deveria ser orientado segundo alguns funcionários da CTR o gerador separar cada um ex amianto não vir misturado agilizaria o processo e melhoria a produção podendo abaixar o custo.
CTR INDUSTRIAL
Na CTR Industrial que funciona , opera esta unidade de armazenamento e transbordo de resíduos industriais, como lâmpadas, baterias e resíduos contaminados com óleos e graxas, dentre outros.
Do local, é feito o encaminhamento dos materiais para aterros industriais e disposição final, de acordo com as mais rigorosas normas ambientais e de segurança.
O destino final e a cidade de Chapecó. Os motoristas não sabem o que fazer em caso de acidente em estrada falha.
Não posso considerar como uma CTR e sim como um deposito de cargas para baldeação para Chapecó.
CTR DE PODAS E GALHOS
A trituração de resíduos de podas de galhos e madeiramento em geral permite seu reaproveitamento para diversas aplicações: serragem, cavaco e outros produtos utilizados no processo de adubação natural e energia.
A Kurica Seleta Ambiental é responsável pelo recebimento e processamento dos resíduos de podas de galhos em Londrina , antigamente existia um contrato com a companhia energética estadual do Paraná, mais parece que este meio parado este contrato.
O cavaco é um item da madeira com ótimo aproveitamento em fornos e caldeiras. Neste segmento, ele ajuda a reduzir o desmatamento e dá excelente retorno energético a. Este item é aplicado em canteiros e jardins, para controle de pragas, manutenção da umidade no solo e adubação natural.
Na Kurica Seleta Ambiental, o resíduos da poda de galho também é misturado aos resíduos orgânicos que passam pelo processo de compostagem, dando origem a um adubo de alta qualidade para utilização na produção de todo tipo de planta
Esta CTR nenhum problema detectado.
Hoje na realidade vai todo que refere a madeiramento e podas e galhos para esta CTR. Melhor CTR de todas.
CTR RESIDUOS DE SAÚDE
Na CTR Resíduos de Saúde, são tomados todos os cuidados indispensáveis ao processo de contaminação. A auto-clave promove a inertização dos materiais e permite a disposição final, em nosso próprio Aterro Sanitário, em total segurança para o meio ambiente.
Não tivemos acesso então, não posso afirmar se e verdade.
O TRAJETO
Saindo do colégio com ônibus da til ate a leste-oeste queimadas deixadas pelo DER na região do Lago Norte poucas caçambas.
Da Leste-Oeste Ate Kurica Muito resíduos que poderia ser aproveitado na reciclagem e na CTR de podas na av Dez de Dezembro região Parque Arthur Thomas.
Na volta Muito Resíduos da construção civil jogado prox ao colegio em que estudo.
CONCLUSÃO
A visita em loco enriquece ao trabalho do técnico ambiental. Observei falhas do meu ponto de vista. Mais podemos dizer que e uma forma ambientalmente correta só no marketing, existe falhas grandes.
O problema também alem da Kurica e o grande gerador que não tem a política de contratar um técnico ambiental para fazer um projeto para impacto, deixando na mão de outra empresa, sem saber se ela esta destinando corretamente.
relatorio kurica
LOCALIZADA NA CIDADE DE LONDRINA
ENDEREÇO RODOVIA CELSO GARCIA CID KM 367
PROFESSORES - FATIMA E ANGELINA
ALUNO - LUIS FERNANDO DOS SANTOS EGIDIO.
1 TEC MEIO AMBIENTE
COLEGIO ESTADUAL OLYMPIA MORAIS TORMENTA.
A Kurica atua no resíduo domestico, Grande Geradores, Construção Cível , podas de galhos , industrial e saúde Também opera um aterro sanitário para resíduos inertes localizado no jd Leonor.. Cada CTR operando separadamente. Trabalha atualmente 60 funcionários,e possui uma área total 1,3 m2 localizado na região sul da cidade.
CTR COLETA DOMICILIAR E GRANDE GERADORES.
Kurica Seleta Ambiental tem a melhor estrutura para recolhimento de lixo em para área municipal e empresarial.
Atualmente, a empresa realiza a coleta municipal de lixo em Ibiporã. Lá, ela ajudou a implantar um sistema inédito de separação na fonte de três tipos de resíduos: orgânicos, recicláveis e rejeito. Desta forma, reduziu-se em mais de 50%o volume de resíduos depositados em aterro. A coleta de recicláveis aumentou em mais de 400% e todo resíduos orgânico passou a ser coletado separadamente e destinado ao processo de compostagem.
Em nível empresarial, a Kurica Seleta Ambiental atende os maiores shoppings, supermercados e outros grandes geradores na área de coleta e destinação de resíduos.
O destino final são fibras de nylon que vão para São Paulo para industria de vassouras.
O inerte vai para o Selva.
A mais uma unidade no jd Leonor onde fabrica Saco de Lixo.
O orgânico que não deveria vir mais vem vira adubo que e comercializado.
Um dos problemas a e os EPI inadequado,
A maioria dos trabalhadores não tem quase instrução trabalha ambiente insalubre
CTR CONSTRUÇÃO CIVIL.
E o maior gerador de resíduo de nossa cidade que vai para a Kurica,seus trituradores de resíduos dão origem a vários produtos como pedra e areia variadas e reaproveitamento do papel/papelao metais.
O custo que a Kurica cobra e de 50 reais por caçamba.
Seus principais clientes são construtoras e loteadores e empreiteiras de nossa região metropolitana.
O entulho vira areia e volta para a venda isto chama reengenharia reversa.
Não tivemos acesso a parte inicial da CTR da construção civil só a parte final.
O problema CTR construção civil muito próximo a ppa e esta começando alterar o relevo.
As caçambas não vem cobertas o que no trajeto perde muito resíduo e esta sobras acabam indo para galerias.
Existe três tipos de caçamba
Caçamba limpa
Caçamba mista
Caçamba não aproveitável
Deveria ser orientado segundo alguns funcionários da CTR o gerador separar cada um ex amianto não vir misturado agilizaria o processo e melhoria a produção podendo abaixar o custo.
CTR INDUSTRIAL
Na CTR Industrial que funciona , opera esta unidade de armazenamento e transbordo de resíduos industriais, como lâmpadas, baterias e resíduos contaminados com óleos e graxas, dentre outros.
Do local, é feito o encaminhamento dos materiais para aterros industriais e disposição final, de acordo com as mais rigorosas normas ambientais e de segurança.
O destino final e a cidade de Chapecó. Os motoristas não sabem o que fazer em caso de acidente em estrada falha.
Não posso considerar como uma CTR e sim como um deposito de cargas para baldeação para Chapecó.
CTR DE PODAS E GALHOS
A trituração de resíduos de podas de galhos e madeiramento em geral permite seu reaproveitamento para diversas aplicações: serragem, cavaco e outros produtos utilizados no processo de adubação natural e energia.
A Kurica Seleta Ambiental é responsável pelo recebimento e processamento dos resíduos de podas de galhos em Londrina , antigamente existia um contrato com a companhia energética estadual do Paraná, mais parece que este meio parado este contrato.
O cavaco é um item da madeira com ótimo aproveitamento em fornos e caldeiras. Neste segmento, ele ajuda a reduzir o desmatamento e dá excelente retorno energético a. Este item é aplicado em canteiros e jardins, para controle de pragas, manutenção da umidade no solo e adubação natural.
Na Kurica Seleta Ambiental, o resíduos da poda de galho também é misturado aos resíduos orgânicos que passam pelo processo de compostagem, dando origem a um adubo de alta qualidade para utilização na produção de todo tipo de planta
Esta CTR nenhum problema detectado.
Hoje na realidade vai todo que refere a madeiramento e podas e galhos para esta CTR. Melhor CTR de todas.
CTR RESIDUOS DE SAÚDE
Na CTR Resíduos de Saúde, são tomados todos os cuidados indispensáveis ao processo de contaminação. A auto-clave promove a inertização dos materiais e permite a disposição final, em nosso próprio Aterro Sanitário, em total segurança para o meio ambiente.
Não tivemos acesso então, não posso afirmar se e verdade.
O TRAJETO
Saindo do colégio com ônibus da til ate a leste-oeste queimadas deixadas pelo DER na região do Lago Norte poucas caçambas.
Da Leste-Oeste Ate Kurica Muito resíduos que poderia ser aproveitado na reciclagem e na CTR de podas na av Dez de Dezembro região Parque Arthur Thomas.
Na volta Muito Resíduos da construção civil jogado prox ao colegio em que estudo.
CONCLUSÃO
A visita em loco enriquece ao trabalho do técnico ambiental. Observei falhas do meu ponto de vista. Mais podemos dizer que e uma forma ambientalmente correta só no marketing, existe falhas grandes.
O problema também alem da Kurica e o grande gerador que não tem a política de contratar um técnico ambiental para fazer um projeto para impacto, deixando na mão de outra empresa, sem saber se ela esta destinando corretamente.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
palestra credito carbono uel sexta feira 01/04/2011
Palestrante Professora Irene .
Aluno Luis Fernando Dos Santos Egidio
1 Ano Tec Ambiental Subsequente Nr 24
Data Do Seminario 01/04/2011 Sala 409 Cesa Uel . Horario 14:00
O GEAMA da UEL constitui-se num grupo de estudos e pesquisas ambientais, em que, através de encontros mensais, preocupa-se em reunir, de maneira interdisciplinar, pesquisadores, ambientalistas, estudantes e militantes que queiram compreendero melhor o meio ambiente em suas inúmeras dimensões . O lugar em que todos têm a palavra, em que todos lêem e escrevem o mundo. É um espaço de trabalho, pesquisa e extensão, exposição de práticas, vivência que possibilitam a construção coletiva do conhecimento sobre o meio ambiente.
Já teve 26 projetos aprovados referente ao meio ambiente em âmbito municipal.
1-MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO
O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) é um dos mecanismos de flexibilização criados pelo Protocolo de Quioto para auxiliar o processo de redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE) ou de captura de carbono (ou sequestro de carbono) por parte dos países mais ricos.
PROPÓSITO
MDL visa ao alcance do desenvolvimento sustentável em países em desenvolvimento a partir da implantação de tecnologias mais limpas nestes países, e a contribuição para que os países desenvolvidos cumpram suas reduções de emissão.
PROJETOS
Os projetos de MDL são fontes renováveis e alternativas de energia, eficiência e conservação de energia ou reflorestamento. Existem regras claras e rígidas para aprovação de projetos no âmbito do MDL. Estes projetos devem utilizar metodologias aprovadas, devem ser validados e verificados por Entidades Operacionais Designadas (EODs), e devem ser aprovados e registrados pelo Conselho Executivo do MDL. Os projetos devem ser aprovados pelo governo do país anfitrião através da Autoridade Nacional Designada (AND), assim como pelo governo do país que comprará os CERs. No Brasil, a Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, estabelecida em 1999, atua como a AND Brasileira.
O primeiro projeto de MDL, aprovado pela ONU, no mundo, foi o do aterro sanitário Nova Gerar, no Rio de Janeiro, Brasil, que utiliza tecnologias bem precisas de engenharia sanitária.
O aterro sanitário Bandeirantes do bairro Perus, na zona norte da Capital do Estado de São Paulo, Brasil, realizou o primeiro leilão de RCEs através de bolsa de valores no mundo, cuja empresa vencedora foi a Fortis Bank NV/SA, da Holanda.
No Brasil o ministério da industria e comercio e responsável pelos projetos do mdl.
ETAPAS DO MDL
1) Concepção do projeto (preparo da Nota de Idéia do Projeto)
2) Preparo do documento de concepção do projeto (DCP)
3) Validação
4) Obtenção da aprovação do país anfitrião
5) Registro
6) Implementação do projeto
7) Monitoramento
8) Verificação e certificação
9) Emissão dos RCEs)
2-CREDITO DE CARBONO
Para entender os créditos de carbono, é preciso compreender primeiro o efeito estufa e o Protocolo de Kyoto. O efeito estufa faz parte da dinâmica do planeta e, graças a ele, a Terra é mais quente do que o espaço e tem a temperatura ideal para que os seres vivos sobrevivam. Funciona da seguinte forma: parte do calor irradiado pelo Sol é devolvido ao espaço. Porém, parte desse calor fica presa na atmosfera e é responsável por manter o planeta aquecido. O problema é que o excesso dos chamados gases estufa (gás carbônico, metano, óxido nitroso, fluoretos de enxofre e vapor d´água) amplifica esse fenômeno e faz com que mais calor seja retido na superfície do planeta, provocando o aquecimento global. Hoje em dia, os pesquisadores descobriram que não são só os gases que provocam esse efeito. O chamado carbono negro, que é a fuligem da fumaça, também tem papel importante nesse mecanismo.
A fuligem provoca o sombreamento da superfície e esquenta a atmosfera. Além disso, modifica a formação das nuvens, o que muda o equilíbrio térmico de nosso planeta
Os Créditos de Carbono são certificados gerados por projetos que, comprovadamente através de metodologias, reduzam ou absorvam emissões de gases do efeito estufa. Os compradores destes créditos são empresas ou governos de países desenvolvidos que precisam alcançar metas (instituídas pelo Protocolo de Quioto, pela própria empresa ou outros programas) de redução destas emissões, e os vendedores são diversificados dependendo do país de origem do projeto.
De acordo com o país de origem ou do esquema em que são negociados os créditos, eles podem ter várias formas (todos equivalentes a uma tonelada de dióxido de carbono reduzida):
- RCEs (Reduções Certificadas de Emissões) Certificados resultados de projetos de MDL.
- ERUs (Emission Reduction Units – Unidades de Redução de Emissões) Certificados resultantes da Implementação Conjunta.
- AAUs (Assigned Amount Units – Unidades de Quantidades Atribuídas) Quantidade de gases do efeito estufa que cada país do Anexo B do Protocolo de Kyoto pode emitir durante o primeiro período de compromisso. Podem ser negociadas.
- EUAs (European Union Allowances – Permissões da União Européia) Unidade negociável sob o esquema de comércio de emissões da União Européia.
- VERs (Verified Emissions Reduction – Reduções Verificadas de Emissões) Certificados resultantes de projetos negociados no mercado voluntário de carbono.
- VCS (Voluntary Carbon Standard) Um dos padrões para desenvolvimento de projetos voluntários (ver VCS).
As quantidades de toneladas de CO2 ou outros gases economizadas ou seqüestradas da atmosfera são calculadas por empresas especializadas de acordo com determinações de órgãos técnicos da ONU (no caso do Protocolo de Quioto). Por exemplo, uma tonelada de óleo diesel trocado por biodiesel gera o direito a 3,5 toneladas de créditos. Um hectare de floresta de eucalipto absorve por hectare, por ano, 12 toneladas de gás carbônico. Um grande aterro sanitário que capte o metano e o transforme em eletricidade, pode ter o direito a milhões de toneladas de créditos por ano.
Não e fácil entrar neste ramo e preciso ter especialistas ambientais passar por todas normas documentar.Ainda que dizem que qualquer um pode entrar nesta área e complicado afirmar pois estamos tratando de bolsa de valores um mercado instável, mesmo especialistas da área de bolsa de valores que o Brasil pode movimentar 1 bilhao de dólares nesta área.
Atuamente empresas de celulose , saneamento e siderugia tem partido para esta área. Mais nada impede qualquer um de nós ter um ação de credito de carbono so procurar os bancos um dos maiores especulatores ou uma corretora.
As principais bolsas que negociam credito de carbono são Chigaco Bolsa do Clima e Bolsa do Clima da Europa. No Brasil a Bovespa operam também através de pregões eletrônicos, que este e modelado de acordo com a oferta, mais comparando com as
esta começando.
3-CARBON FREE
É a tentativa de compensar a emissão de gás carbônico com o plantio de árvores, já que elas são os únicos seres vivos capazes de consumir o CO2 da atmosfera (para fazer a fotossíntese)
No site iniciativa verde existe a forma de calculo para você calclular a sua emissão de CO2
Eu fiz o calculo de quando utilizo consumo de energia
Consumo de energia 100 kw mês + 6 botijões de gás ano + 500 km rodados com os carros da família = 1,15 toneladas de co2 compensação 7 arvores.
Para ter o selo carbon free tem que passar por uma certificação, dizendo que sua empresa e carbon free. Hotéis no Brasil já detém a certificação existe ainda uma empresa no Brasil que emite o certificado Neutralize Carbono.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
carro hibrido
ovação
Vai um carro híbrido aí?
Usar a eletricidade para poupar combustível é o lema dos novos veículos
Juliano Barreto
Revista Info Exame – 10/2009
O carro do futuro continuará sendo feito de metal, terá espaço para as compras no porta-malas e sera abastecido tanto no posto de combustível como numa tomada. Esse carro será mais eficiente e silencioso, e poluirá menos do que os modelos atuais. Esses carros híbridos, que combinam motor elétrico com outro a combustão, começaram a ser fabricados há cerca de dez anos, mas ainda estão longe de se tornar populares. Em países como os Estados Unidos, eles disputam o mercado com modelos de todas as categorias. Mas seu preço ainda é 30% mais alto que o dos veículos convencionais, o que limita seu comércio. Agora, uma nova onda de híbridos está a caminho e essa categoria de carros tende a se popularizar na próxima década.
Toyota Prius e Honda Insight são exemplos dessa realidade. Ambos já ultrapassaram a marca de 1 milhão de unidades vendidas ao redor do mundo. Além dos nipônicos, praticamente todas as grandes montadoras trabalham com modelos que combinam motores elétricos e a combustão. Chevrolet Volt, Ford Fusion, Peugeot Prologue, Renault Ondelios, Nissan Leaf e o futurista BMW Vision são apenas alguns exemplos de uma lista interminável de híbridos que estão ou que estarão rodando nas ruas em breve.
Nem a crise financeira atrapalha a tendência de crescimento dessa lista. Em agosto passado, o presidente Barack Obama liberou subsídios equivalentes a 2,4 bilhões de dólares para que Ford, GM, Chrysler e outras 45 companhias desenvolvam carros elétricos e baterias. A meta de Obama é ver 1 milhão de veículos híbridos nas ruas americanas até 2015. Em uma perspectiva mundial, nem será preciso esperar tanto. Em 2013 terão sido vendidos 4,5 milhões de carros híbridos, de acordo com a consultoria Free-donia Group. Boa parte dessa explosão de vendas acontecerá na China.
O governo chinês pretende elevar a produção do país de 2,1 mil para 500 mil híbridos nos próximos três anos. Outro impulso para a invasão dos híbridos é o aparecimento de novas montadoras, mais criativas e ágeis. Nos Estados Unidos, os destaques são os esportivos elétricos das novatas Fisker e Tesla, ambos com visual e desempenho comparáveis aos de Ferraris e Lamborghinis. Na China, oito montadoras já apresentaram protótipos de novos modelos híbridos.
FREADA NO DESPERDÍCIO
Apenas 30% da gasolina consumida por um carro convencional é realmente gasta na tarefa de fazê-lo se mover. Todo o restante da energia é dissipado na forma de calor gerado na combustão, pelo atrito da transmissão e pelo acionamento de equipamentos como bomba de combustível e ar-condicionado.
São nesses 70% de desperdício que os híbridos podem fazer a diferença. Com um par de motores, esses carros usam a energia elétrica sempre que possível.
O combustível passa a ser queimado de forma mais econômica e racional. A energia elétrica pode vir da força reconvertida durante a frenagem, do calor da combustão e até mesmo do impacto gerado pelos amortecedores. Já comuns nos modelos híbridos, os freios regenerativos transformam a energia cinética do carro em eletricidade. O próprio motor elétrico reduz a velocidade do carro enquanto gera eletricidade. Todo o processo é gerenciado automaticamente por software. E outras soluções estão a caminho. A BMW já possui uma tecnologia para armazenar o calor gerado pela combustão e usá-lo como fonte de energia para os dispositivos elétricos dos seus carros.
Outro projeto nessa linha são os amortecedores inteligentes. Patenteado por especialistas da Tufts University, de Massachusetts, o sistema usa o sobe e desce das rodas para converter energia. A cada curva, quando os amortecedores usam força para empurrar o carro para cima, um pequeno gerador é acionado e depois transmite a energia a uma bateria. Quanto maior o peso do veículo, mais energia é gerada. Dessa forma, o sistema poderia aumentar a autonomia de ônibus, caminhonetes e caminhões híbridos.
A CURVA DO PREÇO
“É muito caro. Não existem tantos idiotas para comprar isso”, disse Johan de Nysschen, presidente da Audi dos Estados Unidos, ao ser questionado sobre as vendas dos carros híbridos. Por mais dura que seja a frase, ela tem um fundo de verdade. Afinal, quem pagaria mais por um carro simples do que por um modelo mais confortável? Para responder a essa pergunta, é preciso lembrar que o grande boom dos modelos elétricos foi impulsionado pela escalada nos preços do petróleo nos primeiros anos desta década. Na época, a preocupação ambiental somada ao preço do combustível forçou as empresas a apresentarem alternativas verdes ao consumidor.
O resultado foram protótipos movidos a hidrogênio e carros 100% elétricos, que não decolaram e provavelmente não vão se tornar populares tão cedo. A indústria automotiva, escaldada pelas crises, decidiu ir numa direção mais sensata e mesclar a tecnologia já existente com as inovações da energia limpa. Há, no entanto, outros problemas para encarar. Metade das reservas mundiais de lítio, metal que serve como base para as baterias da nova geração de carros, está concentrada na Bolívia. Lá, o presidente Evo Morales já disse que não vai facilitar a vida das multinacionais.
Além disso, há um problema ambiental. Uma bateria de lítio tem vida útil estimada em dez anos ou 240 mil quilômetros rodados. Depois disso, apenas 50% do material pode ser reciclado. Todo o resto deve ser descartado e armazenado em condições especiais de segurança. É uma solução que, no longo prazo, pode fazer a fumaça dos escapamentos parecer inofensiva.
E O BRASIL?
O Brasil ainda não tem as especificações para produzir ou importar os carros híbridos. O que existe é uma proposta técnica de homologação, em fase de estudo. Dos laboratórios nacionais, a única notícia boa é uma versão puramente elétrica do Palio Weekend, da Fiat, movida por uma bateria de cloreto de sódio (sal). O carro, no entanto, tem valor estimado três vezes maior que o original.
O carro do futuro continuará sendo feito de metal, terá espaço para as compras no porta-malas e sera abastecido tanto no posto de combustível como numa tomada. Esse carro será mais eficiente e silencioso, e poluirá menos do que os modelos atuais. Esses carros híbridos, que combinam motor elétrico com outro a combustão, começaram a ser fabricados há cerca de dez anos, mas ainda estão longe de se tornar populares. Em países como os Estados Unidos, eles disputam o mercado com modelos de todas as categorias. Mas seu preço ainda é 30% mais alto que o dos veículos convencionais, o que limita seu comércio. Agora, uma nova onda de híbridos está a caminho e essa categoria de carros tende a se popularizar na próxima década.
Toyota Prius e Honda Insight são exemplos dessa realidade. Ambos já ultrapassaram a marca de 1 milhão de unidades vendidas ao redor do mundo. Além dos nipônicos, praticamente todas as grandes montadoras trabalham com modelos que combinam motores elétricos e a combustão. Chevrolet Volt, Ford Fusion, Peugeot Prologue, Renault Ondelios, Nissan Leaf e o futurista BMW Vision são apenas alguns exemplos de uma lista interminável de híbridos que estão ou que estarão rodando nas ruas em breve.
Nem a crise financeira atrapalha a tendência de crescimento dessa lista. Em agosto passado, o presidente Barack Obama liberou subsídios equivalentes a 2,4 bilhões de dólares para que Ford, GM, Chrysler e outras 45 companhias desenvolvam carros elétricos e baterias. A meta de Obama é ver 1 milhão de veículos híbridos nas ruas americanas até 2015. Em uma perspectiva mundial, nem será preciso esperar tanto. Em 2013 terão sido vendidos 4,5 milhões de carros híbridos, de acordo com a consultoria Free-donia Group. Boa parte dessa explosão de vendas acontecerá na China.
O governo chinês pretende elevar a produção do país de 2,1 mil para 500 mil híbridos nos próximos três anos. Outro impulso para a invasão dos híbridos é o aparecimento de novas montadoras, mais criativas e ágeis. Nos Estados Unidos, os destaques são os esportivos elétricos das novatas Fisker e Tesla, ambos com visual e desempenho comparáveis aos de Ferraris e Lamborghinis. Na China, oito montadoras já apresentaram protótipos de novos modelos híbridos.
FREADA NO DESPERDÍCIO
Apenas 30% da gasolina consumida por um carro convencional é realmente gasta na tarefa de fazê-lo se mover. Todo o restante da energia é dissipado na forma de calor gerado na combustão, pelo atrito da transmissão e pelo acionamento de equipamentos como bomba de combustível e ar-condicionado.
São nesses 70% de desperdício que os híbridos podem fazer a diferença. Com um par de motores, esses carros usam a energia elétrica sempre que possível.
O combustível passa a ser queimado de forma mais econômica e racional. A energia elétrica pode vir da força reconvertida durante a frenagem, do calor da combustão e até mesmo do impacto gerado pelos amortecedores. Já comuns nos modelos híbridos, os freios regenerativos transformam a energia cinética do carro em eletricidade. O próprio motor elétrico reduz a velocidade do carro enquanto gera eletricidade. Todo o processo é gerenciado automaticamente por software. E outras soluções estão a caminho. A BMW já possui uma tecnologia para armazenar o calor gerado pela combustão e usá-lo como fonte de energia para os dispositivos elétricos dos seus carros.
Outro projeto nessa linha são os amortecedores inteligentes. Patenteado por especialistas da Tufts University, de Massachusetts, o sistema usa o sobe e desce das rodas para converter energia. A cada curva, quando os amortecedores usam força para empurrar o carro para cima, um pequeno gerador é acionado e depois transmite a energia a uma bateria. Quanto maior o peso do veículo, mais energia é gerada. Dessa forma, o sistema poderia aumentar a autonomia de ônibus, caminhonetes e caminhões híbridos.
A CURVA DO PREÇO
“É muito caro. Não existem tantos idiotas para comprar isso”, disse Johan de Nysschen, presidente da Audi dos Estados Unidos, ao ser questionado sobre as vendas dos carros híbridos. Por mais dura que seja a frase, ela tem um fundo de verdade. Afinal, quem pagaria mais por um carro simples do que por um modelo mais confortável? Para responder a essa pergunta, é preciso lembrar que o grande boom dos modelos elétricos foi impulsionado pela escalada nos preços do petróleo nos primeiros anos desta década. Na época, a preocupação ambiental somada ao preço do combustível forçou as empresas a apresentarem alternativas verdes ao consumidor.
O resultado foram protótipos movidos a hidrogênio e carros 100% elétricos, que não decolaram e provavelmente não vão se tornar populares tão cedo. A indústria automotiva, escaldada pelas crises, decidiu ir numa direção mais sensata e mesclar a tecnologia já existente com as inovações da energia limpa. Há, no entanto, outros problemas para encarar. Metade das reservas mundiais de lítio, metal que serve como base para as baterias da nova geração de carros, está concentrada na Bolívia. Lá, o presidente Evo Morales já disse que não vai facilitar a vida das multinacionais.
Além disso, há um problema ambiental. Uma bateria de lítio tem vida útil estimada em dez anos ou 240 mil quilômetros rodados. Depois disso, apenas 50% do material pode ser reciclado. Todo o resto deve ser descartado e armazenado em condições especiais de segurança. É uma solução que, no longo prazo, pode fazer a fumaça dos escapamentos parecer inofensiva.
E O BRASIL?
O Brasil ainda não tem as especificações para produzir ou importar os carros híbridos. O que existe é uma proposta técnica de homologação, em fase de estudo. Dos laboratórios nacionais, a única notícia boa é uma versão puramente elétrica do Palio Weekend, da Fiat, movida por uma bateria de cloreto de sódio (sal). O carro, no entanto, tem valor estimado três vezes maior que o original.
LAUDO RUIDO AMBIENTAL
Este laudo foi realizado nos setores da BRF Londrina Central de Distribuição, localizada na Av. Saul Elkind cidade industrial s/n sa...
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